A confirmação do encontro presencial dos chefes de Estado e de Governo da União Europeia (UE) veio das porta-vozes do presidente do Conselho Europeu.
A Comissão Europeia defendeu querer comprometer-se com o diálogo, evitando uma escalada face às repetidas ameaças do Presidente dos EUA, Donald Trump, sobre a Gronelândia e os direitos aduaneiros.
O porta-voz do executivo comunitário para o Comércio, Olof Gill, garantiu que a UE tem “ferramentas” e está “pronta para reagir” caso o presidente americano venha a concretizar essas ameaças comerciais.
“O objetivo é evitar uma escalada e arranjar uma solução”, referiu Gill.
Trump anunciou no sábado tarifas aduaneiras de 10% sobre os países que participaram num exercício de treino da NATO na Gronelândia na semana passada.
Trump disse numa publicação nas redes sociais que a Dinamarca, a Noruega, a Suécia, a França, a Alemanha, o Reino Unido, os Países Baixos e a Finlândia enfrentarão a tarifa, que seria elevada para 25% a 01 de junho, se não for assinado um acordo para a “compra completa e total da Gronelândia” pelos EUA.
