Jornais escrevem que PJ vai arquivar o "caso Maddie"

A Polícia Judiciária decidiu arquivar o "caso Maddie" por falta de provas, cerca de 14 meses depois do desaparecimento da menina inglesa em Lagos, avançam hoje os diários Correio da Manhã e Jornal de Notícias.


Segundo o Correio da Manhã, o arquivamento acontecerá até dia 14, dia em que, de acordo com o jornal, acaba o segredo de justiça do caso.

    O diário adianta ainda que se tratou de uma decisão acordada entre os responsáveis da Polícia Judiciária de Portimão e o procurador do Ministério Público, Magalhães e Menezes.

    Também o JN refere que o desfecho da investigação será o arquivamento, afirmando que os investigadores já deram por terminado o inquérito.

    O caso, acrescenta o jornal, só poderá ser reaberto se surgir um indício ou prova importante.

    O desaparecimento de Madeleine McCann vai ser alvo de um livro a publicar este mês pelo ex-coordenador da PJ Gonçalo Amaral que esteve até segunda-feira encarregue do caso.

    O inspector Gonçalo Amaral, que viveu segunda-feira o seu último dia na PJ, explicou à Lusa que se reformou para atingir "plenitude de liberdade de expressão" e consequentemente poder defender-se.

    Liberdade de expressão que pretende pôr em prática publicando um livro sobre o "caso Maddie" quando o segredo de justiça do processo for levantado.

    A menina britânica Madeleine McCann desapareceu a 03 de Maio de 2007 de um aldeamento turístico na Praia da Luz, Lagos, Algarve, tendo o mistério e a aparente falta de pistas sólidas e motivações para explicar o sucedido contribuído para transformar este caso num dos processos mais mediáticos de sempre.
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