Em declarações à RTP Antena 1 Açores, o sindicalista João Decq Mota falou também dos efeitos da paralisação nos matadouros da Região. Em Angra do Heroísmo, a greve dos médicos veterinários e dos assistentes técnicos terá impedido a concretização de abates.
A situação foi semelhante no matadouro de São Miguel, embora, segundo a informação recebida pelo sindicalista, tenham sido realizados abates considerados urgentes.
João Decq Mota questiona a legalidade destes abates quando não estão presentes os médicos veterinários e considera que a situação representa um risco para a saúde pública.
Nesse sentido, o sindicalista sublinha que a questão dos chamados abates de urgência não está, na sua perspetiva, devidamente clarificada na lei.
A CGTP afirma ainda que a greve teve impacto em todos os setores da administração pública na Região.
