“A adesão à greve é de 60%. A esta hora [09h00] está afetar sobretudo a saúde e a educação, com muitas escolas e alguns centros de saúde fechados e consultas adiadas por todo o país, incluindo as ilhas”, disse à Lusa o presidente Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Serviços e de Entidades com Fins Públicos (STTS).
De acordo com Mário Rui, na Unidades Locais de Saúde (ULS) estão a ser cumpridos os serviços mínimos bem como os tratamentos de Quimioterapia, Imunoterapia, Hemodiálise e serviços de Dádiva de Sangue".
Mário Rui disse que ainda estão a receber dados sobre os vários setores e remeteu para mais tarde dados mais concretos sobre a greve.
Os trabalhadores da administração pública cumprem hoje uma greve de 24 horas, num protesto convocado pelo STTS.
A greve começa pelas 00h00 desta segunda-feira e prolonga-se até às 23h59, abrangendo a administração central, regional e local.
Entre as principais reivindicações deste sindicato está "a instituição em concreto do Cartão Refeição na Administração Pública através de negociação em Acordo Coletivo de Empregador Público (ACEP), para o valor diário de 10,20 euros, livre de imposto".
O STTS defende ainda uma revisão do Sistema Integrado de Gestão e Avaliação do Desempenho na Administração Pública (SIADAP), "para que permita manter os pontos obtidos em contratos a termo e na mudança de carreira ou categoria", um subsídio de risco para a carreira de Técnico Auxiliar de Saúde.
O Sindicato defende igualmente a revisão do Acordo Coletivo aplicável às entidades públicas empresariais, e a contratação de pessoal.
