Açoriano Oriental
Governo dos Açores vai rever apoios da ação social escolar
O secretário regional da Educação e Cultura, Avelino Meneses, anunciou hoje a revisão dos apoios da ação social escolar na atual legislatura e defendeu que um pacto para o setor deve ser "prioridade de todos".
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Foto: GaCS/HO
Autor: Lusa/AO Online

 

“A revisão e o aperfeiçoamento dos apoios da ação social escolar, consoante princípios de justiça, adequados aos diversos níveis de ensino e às diferentes necessidades dos alunos, também acrescidos da consideração do mérito académico e cívico, em benefício da construção de uma escola de qualidade”, são uma das prioridades desta legislatura, afirmou Avelino Meneses.

O governante falava no debate sobre a proposta do Programa do Governo dos Açores, liderado pelo socialista Vasco Cordeiro, para os próximos quatro anos, no parlamento regional, na Horta, ilha do Faial.

Outras medidas previstas executar nesta legislatura, já antes anunciadas, são a “adoção da periodicidade anual dos concursos e a revisão da obrigatoriedade de permanência de três anos na escola de colocação” do docente.

O fomento da aprendizagem ao longo da vida, através da educação de adultos, para a conclusão de estudos, e a “reconsideração da matriz curricular do ensino básico, na base do estabelecimento de equidade entre as cargas horárias mínima regional e nacional”, são outras das iniciativas anunciadas por Avelino Meneses.

Prevê-se ainda a oferta uma língua estrangeira em todos os anos do 1.º ciclo e o reforço das tecnologias da informação e da comunicação.

Para o governante, “a pensar no futuro, jamais no passado, adquire justificação um exercício de reflexão sobre a reforma da educação”.

“Todavia, à escala nacional, nos últimos anos, mesmo nas últimas décadas, uma sucessão de iniciativas assaz contraditória provocou o descrédito das gentes que desconfiam do termo reforma, do conceito de reforma e do objetivo de todas as reformas, já que muitas delas fenecem ou feneceram à porta da sala de aula, justamente onde deveriam singrar”, considerou, notando que “a investigação especializada e a prática internacional aconselham um pacto em redor da educação para ser a prioridade de todos”.

No âmbito da Cultura, o secretário regional defendeu o desenvolvimento de “uma pedagogia para que o património suscite a atração de mais gente” e deu conta da criação de um passaporte cultural, medida que “diz bem da intenção deste governo na transformação dos cidadãos - se não todos em agentes ativos de cultura, pelo menos todos em consumidores críticos de cultura”.

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