“Estamos a fazer com que os nossos jornais cheguem a todo o lado, a todo o território da região”, disse o secretário regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades, Paulo Estêvão, citado numa nota de imprensa do executivo regional.
O Governo dos Açores, através da Secretaria Regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades, assinalou a execução do programa de aquisição e distribuição de jornais regionais nas escolas e nas IPSS de todo o arquipélago com uma visita à Santa Casa da Misericórdia da Ribeira Grande, na ilha de São Miguel, que integra a rede de instituições beneficiadas por esta medida de promoção da leitura e de apoio direto à comunicação social.
Através deste programa, que arrancou em 2025 e prossegue este ano, “foram adquiridas assinaturas a todos os jornais da Região Autónoma dos Açores, para serem distribuídos por todas as escolas e IPSS”, adiantou.
Para o governante, a presença da imprensa nestas instituições é “uma garantia de acesso à verdade”.
“Num mundo em que a informação está disponível através de diversos mecanismos, mas essa informação não é uma informação fidedigna, os órgãos de comunicação social produzem uma informação confiável”, afirmou Paulo Estêvão.
O executivo açoriano de coligação está a aplicar um plano estratégico para revitalizar e apoiar a imprensa regional, que assenta em quatro pilares.
O primeiro consiste na assinatura de títulos regionais, por aquisição da região, para a sua distribuição em escolas e IPSS do arquipélago, e o segundo diz respeito ao Sistema de Incentivos aos Media (SIM), cujo investimento regional foi, em 2025, de cerca de um milhão de euros.
O terceiro pilar materializa-se na publicidade institucional e o quarto foca-se na aposta contínua na formação de jornalistas, com a realização de ações anuais com conteúdos definidos em parceria com o CENJOR - Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas e com a Direção Regional dos Açores do Sindicato dos Jornalistas.
Com estas ações, o Governo dos Açores “reafirma o seu compromisso prático com a sustentabilidade financeira, a modernização e a independência dos órgãos de comunicação social em todas as ilhas”.
Segundo o secretário regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades, os atuais apoios à comunicação social no seu conjunto “triplicam aquilo que acontecia” com as governações socialistas.
