Deputados do PS/Açores destacam compromisso com o Quartel do Carmo

Deputados do PS/Açores destacam compromisso com o Quartel do Carmo

 

Susete Rodrigues/AO Online   Regional   11 de Dez de 2018, 17:00

Os deputados socialistas eleitos pelos Açores na Assembleia da República, Carlos César, Lara Martinho e João Castro, regozijaram-se com o lançamento, na semana passada, em Diário da República do concurso público para recuperar o Quartel do Carmo, no âmbito do programa Revive.

João Castro reitera, em comunicado, que são “boas notícias para o Faial, para os Açores e para Portugal” e sublinha a celeridade entre a garantia do ministro Adjunto e da Economia, que na Assembleia da República durante a discussão do Orçamento do Estado na especialidade e o lançamento do concurso na sexta-feira.


Para o deputado socialista, que já tinha questionado o Governo sobre esta matéria, é muito positivo porque para além de recuperar um imóvel em elevado estado de degradação e “que faz parte da história da ilha” dará um “importante impulso ao turismo e a economia do Faial” criando uma unidade de excelência.


“O imóvel situa-se num planalto da cidade, de onde se vislumbram esplêndidas vistas sobre o casario e sobre o porto, tendo como horizonte o oceano e a silhueta da ilha do Pico”, relembra João Castro, revelando que se trata de um potencial que está desperdiçado e cuja solução estava há demasiado tempo pendente. “Qualquer faialense aguarda com expetativa o surgimento desta unidade hoteleira, que certamente trará algo de novo à nossa ilha, ao mesmo tempo que recupera parte da nossa história”, frisou.


O comunicado, conta que o construção do Quartel teve início no século XVII como Convento da Ordem dos Carmelitas. Após a construção de uma capela que foi dedicada à evocação de Nossa Senhora da Boa Nova, D. Helena de Boim, esposa do então Capitão-mor Francisco Gil da Silveira, decidiu criar um hospício, com o fim de alojar os frades da Ordem dos Carmelitas. Assim, D. Helena de Boim viria a doar todos os seus bens à Ordem dos Carmelitas, que nos terrenos junto à capela deram início à construção do convento e mais tarde à Igreja de Nossa Senhora do Carmo que lhe está anexa.


No século XX foi adaptado para acolher a Companhia de Infantaria da Horta, tendo sofrido obras de recuperação significativas face a fortes danos entretanto ocorridos devido a sismos que abalaram a ilha. Mantém, ainda, alguns elementos arquitetónicos da sua origem.




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