Entrevista

Crianças podem e devem denunciar situações de violência

Crianças podem e devem denunciar situações de violência

 

Paulo Faustino / Daniela Correia   Regional   12 de Nov de 2009, 10:20

Ana Vieira, coordenadora do Instituto de Apoio à Criança-Açores (IAC), em entrevista ao Açoriano Oriental, revelou que já estão a ser agendadas com várias escolas de Ponta Delgada acções de informação sobre a linha S.O.S Criança.
Estas acções, que decorrerão no próximo ano lectivo, são inicialmente direccionadas às crianças do 1º ciclo e têm como objectivo mostrar aos mais pequenos que eles próprios podem fazer uma denúncia através da linha que têm à sua disposição.


Quais são os objectivos gerais do IAC?

A sua grande finalidade é a defesa e promoção dos direitos da criança. Depois, pretende em toda a sua actuação implementar respostas, projectos, valências e serviços que concretizem este grande objectivo. Tentamos, por um lado, trazer à nossa resposta a inovação e a criatividade e, por outro lado, sempre numa perspectiva de trabalho em rede, em parceria, e numa óptica de envolver os próprios destinatários da acção nesses projectos e nessas actividades.


Com quantas crianças trabalham na instituição? Que idade têm?

Depende das valências. Nós temos um Centro de Acolhimento de Emergência Temporário que acolhe entre dez a doze crianças, numa faixa etária dos zero aos dezasseis anos. Depois, temos o serviço S.O.S-Criança (296-283383)que não tem propriamente um número fixo de crianças, recebendo denúncias de situações que de alguma forma possam pôr em perigo as crianças. Porém, neste momento, recebemos uma média de 70 apelos anuais. Temos ainda a valência Animação de Rua, que tem uma lotação máxima de 40 crianças e jovens, neste momento trabalhamos intensivamente com cerca de 30. O Centro de Desenvolvimento de Inclusão Juvenil tem uma lotação máxima de 30 jovens e, por último, o Centro de Actividades Tempos Livres também tem uma lotação de 30 crianças.



Leia a notícia na íntegra na edição desta quinta-feira, dia 12 de Novembro de 2009, do Açoriano Oriental

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