Açoriano Oriental
Covid-19: Macau vende cerca de 72 milhões de máscaras desde início da pandemia

Cerca de 72 milhões de máscaras foram vendidas em Macau desde final de janeiro, disseram esta sexta feira as autoridades do território na conferência de imprensa diária de acompanhamento da pandemia da covid-19.


Autor: AO Online/ Lusa

A venda racionada das máscaras começou há quase quatro meses, a 24 de janeiro, uma das primeiras medidas do Governo de Macau, justificada pela falta de oferta no mercado mundial.

A cada dez dias, cada pessoa pode adquirir dez máscaras em cerca de meia centena de farmácias convencionadas no território, a um preço reduzido: oito patacas, ou seja, menos de um euro.

Na mesma conferência de imprensa, as autoridades salientaram o facto de hoje se cumprir o 45.º dia consecutivo sem registo de novos casos, sendo que todos os 45 pacientes que deram positivo à covid-19 já receberam alta hospitalar.

Depois de uma vaga inicial de dez casos, o território esteve 40 dias sem identificar qualquer infeção. A partir de meados de março foram identificados mais 35, todos importados, um deles em estado grave.

Após a deteção de novos casos, as autoridades reforçaram as medidas de controlo e restrições fronteiriças. Uma delas é a quarentena obrigatória de 14 dias à entrada no território.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19 que começou em dezembro na China, já causou mais de 100 mil mortes e infetou mais de 1,6 milhões de pessoas em 193 países e territórios.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 335 mil mortos e infetou mais de 5,1 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Mais de 1,9 milhões de doentes foram considerados curados.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano passou a ser o que tem mais casos confirmados (mais de 2,3 milhões contra perto de dois milhões no continente europeu), embora com menos mortes (quase 138 mil contra mais de 172 mil).

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), paralisando setores inteiros da economia mundial, num “grande confinamento” que vários países já começaram a aliviar face à diminuição dos novos contágios.



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