Comandante da Zona Marítima dos Açores pretende “agilizar” meios existentes

Comandante da Zona Marítima dos Açores pretende “agilizar” meios existentes

 

Lusa/AO online   Regional   2 de Nov de 2018, 18:11

O novo comandante da Zona Marítima dos Açores admitiu hoje que gostaria de ter mais meios a seu dispor para desempenhar o seu papel mas, na sua ausência, pretende "agilizar" os existentes.


“Como disse ao presidente do Governo dos Açores, mais meios queremos sempre, mas sabemos o que temos e com que podemos contar, sendo o nosso propósito agilizar os existentes e dar a resposta que for necessária”, declarou José António Favinha.

O responsável pela Marinha nos Açores, que foi recebido em audiência de cumprimentos pelo presidente do Governo dos Açores, Vasco Cordeiro, em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, frisou que “não adianta muito estar sempre a pedir meios porque há que contar é com o que existe”.

O Comando da Zona Marítima dos Açores, entre outras, tem por competência “assegurar o funcionamento” do Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Ponta Delgada (MRCC Delgada) e “garantir, nos termos da lei e do direito internacional”, a fiscalização nos espaços marítimos sob soberania ou jurisdição nacional, nos Açores.

O novo comandante da Zona Marítima dos Açores pretende, “na medida do possível, desenvolver interações e projetos” com o executivo açoriano.

Vasco Cordeiro valorizou a “relação importante (com a Marinha) para uma região com as características dos Açores”, não só na perspetiva de quem vive no arquipélago, mas também por quem passa, assumindo estas funções um papel “particularmente relevante”.

Para o chefe do executivo açoriano, o cumprimento por parte da Marinha do seu papel, “também serve os Açores”, sendo um serviço prestado à região.

O presidente do Governo Regional entende que a missão de busca e salvamento é uma área “particularmente importante”, recordando que, “muitas vezes, são vidas que estão em jogo”, estando-se assim perante a “prioridade das prioridades”.

Vasco Cordeiro destacou também o papel desempenhado nas pescas na perspetiva de assegurar o cumprimento de regulamentação e decisões, algumas das quais os Açores tomam no setor.



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