China decide não subir salário mínimo


 

Lusa/AO online   Economia   18 de Nov de 2008, 11:12

O governo chinês decidiu não subir o salário mínimo para "ajudar as empresas a vencer a crise financeira global", anunciou o jornal China Daily.
A decisão ilustra a crescente preocupação da liderança chinesa acerca dos efeitos da crise, que como reconheceu há uma semana o próprio primeiro-ministro, Wen Jiabao, "são piores do que se esperava".

    "O movimento para aumentar o salário mínimo foi suspenso", noticiou o China Daily, citando o Ministério dos Recursos Humanos e Segurança Social chinês.

    Segundo a mesma fonte, a "primeira prioridade é estabilizar o mercado de trabalho e pedir às empresas para não fazer despedimentos em massa".

    O salário mínimo, cujo valor varia de região para região, foi criado na China há apenas uma década e meia.

    Em Pequim e Xangai, as principais cidades do país, o salário mínimo é de 800 yuan (cerca de 90 euros) e 960 yuan (110 euros), respectivamente.

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