China decide não subir salário mínimo

O governo chinês decidiu não subir o salário mínimo para "ajudar as empresas a vencer a crise financeira global", anunciou o jornal China Daily.


A decisão ilustra a crescente preocupação da liderança chinesa acerca dos efeitos da crise, que como reconheceu há uma semana o próprio primeiro-ministro, Wen Jiabao, "são piores do que se esperava".

    "O movimento para aumentar o salário mínimo foi suspenso", noticiou o China Daily, citando o Ministério dos Recursos Humanos e Segurança Social chinês.

    Segundo a mesma fonte, a "primeira prioridade é estabilizar o mercado de trabalho e pedir às empresas para não fazer despedimentos em massa".

    O salário mínimo, cujo valor varia de região para região, foi criado na China há apenas uma década e meia.

    Em Pequim e Xangai, as principais cidades do país, o salário mínimo é de 800 yuan (cerca de 90 euros) e 960 yuan (110 euros), respectivamente.
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Jaime Vieira, presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande, afirmou ao Açoriano Oriental que a autarquia não decidirá sobre uma eventual transferência da EB1/JI Foros para a nova escola da Gaspar Frutuoso, uma vez que “não tem competência nem legitimidade para abrir ou encerrar estabelecimentos de ensino”