Berta reclama para o PSD novo ciclo político

Berta reclama para o PSD novo ciclo político

 

Lusa/Ao online   Regional   10 de Out de 2011, 16:16

 A presidente do PSD/Açores, Berta Cabral, comentou hoje a decisão de Carlos César não se candidatar a um novo mandato como presidente do executivo regional, frisando que "não basta mudar de caras", é necessário "mudar de políticas".

"Não basta mudar as caras, nem rodar de cadeiras, é preciso mudar de pessoas, de políticos e de políticas", afirmou Berta Cabral, para quem o "novo ciclo" político que se está a iniciar na região faz-se com a "mudança para o PSD".

A líder regional do PSD/Açores, que falava aos jornalistas no final de uma reunião com o Conselho de Administração do Hospital da Horta, no Faial, considerou que a decisão de Carlos César de não se recandidatar e a escolha de Vasco Cordeiro como candidato do PS às eleições regionais de 2012, não representa a "verdadeira alternância" que é necessária no arquipélago.

Berta Cabral, que será a candidata do PSD/Açores à presidência do Governo Regional nas eleições do próximo ano, recordou que foi "o próprio PS" que disse estar "na altura de mudar", tarefa em que o PSD/Açores tem estado "há muito empenhado"

"Nós temos o nosso trabalho, a nossa própria estratégia e o nosso percurso até 2012, empenhados numa alternância e numa mudança substancial de governo e de políticas dentro do arquipélago", frisou.

Para Berta Cabral, "há políticas que têm de ser alteradas", no sentido de garantir "sustentabilidade à economia" regional, criar mais emprego e fazer crescer a atividade económica.

No final deste encontro com a administração do Hospital da Horta, Berta Cabral manifestou preocupação com a situação financeira dos hospitais açorianos, em especial o que hoje visitou, que serve os habitantes de quatro ilhas (Faial, Pico, Flores e Corvo).

"É uma questão que carece de grande atenção e é motivo de grande preocupação para os seus gestores, porque, neste momento, a banca está com muita dificuldade de concessão de crédito", frisou, recordando que os três hospitais da região têm vivido com "crédito alheio".


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