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Banco de Portugal admite ajustes à entrada do Estado na banca

Banco de Portugal admite ajustes à entrada do Estado na banca

 

Lusa/AO online   Economia   18 de Nov de 2011, 15:47

O Banco de Portugal considera que a entrada do Estado nos bancos deve ser apenas como “solução de último recurso”, e, reconhecendo que a proposta do Governo reflecte contributos seus, demonstra abertura para alguns ajustamentos.
Depois de uma intensa controvérsia com os bancos sobre a proposta de lei do Governo para a recapitalização da banca através dos 12 mil milhões de euros do empréstimo externo, o Banco de Portugal demonstrou abertura para acomodar algumas das exigências dos bancos, expressas pela Associação Portuguesa de Bancos (APB).

“É necessário manter uma atitude de alguma abertura para ajustamentos que poderão ser feitos”, diz o Banco de Portugal num parecer sobre a proposta de lei enviado quinta-feira ao Parlamento, onde reconhece também que esta “reflecte, assim, tanto na sua redacção, como do ponto de vista dos princípios que lhe subjazem, os contributos que os elementos do Banco de Portugal nele participantes [grupo de trabalho para a sua elaboração] transmitiram ao MFAP [Ministério das Finanças]”.

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