Artur Lima considera o anúncio da acreditação do HSEIT uma afronta aos doentes

Artur Lima considera o anúncio da acreditação do HSEIT uma afronta aos doentes

 

Susete Rodrigues/AO Online   Regional   7 de Nov de 2018, 16:09

Artur Lima, líder do CDS e deputado eleito pela Terceira, considerou que o anúncio da acreditação do Hospital de Santo Espírito da ilha Terceira (HSEIT) é a grande medida de abertura do novo Conselho de Administração, apresentada, aliás, com pompa e circunstância. Além da acreditação envolver uma série de procedimentos e de ser necessariamente longa, priorizá-la é “uma atitude demagógica e populista que afronta os doentes”.

Citado em comunicado de imprensa, Artur Lima, diz que “o grande objetivo da acreditação é o turismo de saúde, captando doentes de outros lados para serem operados. Porém, se não têm resposta para os nossos doentes, como querem responder aos de fora?.


Segundo o líder do CDS, “isto é um insulto por parte do Conselho de Administração àqueles que necessitam de uma consulta e de uma cirurgia, ou seja, um verdadeiro atentado ao sofrimento psicológico e físico dos nossos doentes”.


No entender do deputado Artur Lima, o que devia interessar ao novo Conselho de Administração era “adquirir equipamentos e meios de diagnóstico, uma vez que os atuais estão obsoletos. O que devia interessar ao novo Conselho de Administração era pôr todas as salas do bloco operatório a funcionar. O que devia interessar ao novo Conselho de Administração era reduzir o tempo de espera de acesso às consultas de especialidade. O que devia interessar ao novo Conselho de Administração era tomar medidas para reduzir as vergonhosas e humilhantes listas de espera cirúrgicas. Contando o tempo de espera de um doente para uma consulta com o médico de família, acrescido do tempo de espera por uma consulta com o médico especialista, ao que se soma o tempo de espera na lista cirúrgica, faz com que o doente, muitas vezes, esteja há 6 anos para ser operado. O que este novo Conselho de Administração devia fazer, por maioria de razão, era colocar rapidamente a radioterapia a funcionar”, explica o líder dos centrado no comunicado.





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