Alexandre Gaudêncio reivindica soluções junto do governo regional para problemas na Ribeira Grande

Alexandre Gaudêncio reivindica soluções junto do governo regional para problemas na Ribeira Grande

 

Susete Rodrigues/AO Online   Regional   15 de Nov de 2018, 12:08

O presidente da Câmara da Ribeira Grande, Alexandre Gaudêncio, aproveitou a visita que o governo dos Açores está a realizar à ilha de São Miguel para, numa reunião que os demais presidentes de câmara tiveram com o presidente do governo regional, mostrar preocupação com a ausência de respostas e soluções para algumas situações que se verificam no concelho.

Uma delas é o estado de degradação e abandono que se assiste nas instalações da antiga escola Gaspar Fructuoso, com Alexandre Gaudêncio a reforçar a “necessidade de se encontrar uma solução que reabilite toda aquela infraestrutura", refere o autarca em nota de imprensa, acrescentando que o governo regional já foi alertado para a situação várias vezes e, neste momento, "para além do estado em que o imóvel se encontra, trata-se já de uma questão de saúde pública face ao acumular de lixo que tem juntado roedores no espaço”.


Alexandre Gaudêncio desafiou o governo regional a acolher a proposta da edilidade para que “toda a zona seja concessionada de modo a que possa surgir algum investidor que reabilite o imóvel para fins turísticos, ou outro, falhadas que foram as duas tentativas do governo em vender o imóvel em hasta pública.”


Diz ainda a nota que, para além desta situação, e ainda relacionado com infraestruturas, Alexandre Gaudêncio reforçou a “preocupação com a falta de casas para casais jovens no concelho, em especial no centro da cidade”, apelando ao governo para que “solucione, de uma vez por todas, a questão do loteamento de Trás-dos-Mosteiros.”


“É um bloco de 52 apartamentos que está por concluir e que colmataria uma série de necessidades habitacionais no centro da cidade”, vincou Alexandre Gaudêncio.


Outra preocupação, já recorrente por parte da autarquia, relaciona-se com a “orla marítima, em especial na freguesia das Calhetas”, desafiando o governo regional a “intervir tendo em vista a segurança de pessoas e bens.”



Açormédia, S.A. | Todos os direitos reservados

Este site utiliza cookies: ao navegar no site está a consentir a sua utilização.
Consulte os termos e condições de utilização e a política de privacidade do site do Açoriano Oriental.