África "ao abrigo" das "turbulências" económicas globais


 

Lusa/AOonline   Internacional   23 de Out de 2008, 11:56

Os países da África Ocidental estão por agora "ao abrigo" das "turbulências" económicas globais, devido à solidez das suas instituições financeiras, afirmou quarta-feira o governador do Banco Central da região (BCEAO).
Para o governador Philippe-Henry Dacoury-Tabley, as "consequências directas" da crise financeira para os países-membros serão "de um modo geral brandas", dado que "os bancos da União Económica e Monetária Oeste-Africana não se comprometeram com os créditos de risco que estiveram na origem da crise".

    A UEMOA inclui a Guiné-Bissau, além de Benim, Burkina-Faso, Costa de Marfim, Mali, Níger, Senegal e Togo.

    A região, "está por agora ao abrigo das turbulências ligadas à crise financeira internacional, graças à solidez do seu sistema financeiro e às regras de gestão de reservas", defendeu o mesmo responsável, que falava numa conferência de imprensa com o o chefe de Estado do Burkina-Faso, Blaise Compaoré.

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