Açoreana não vai fechar balcões e quer reforçar área comercial

Açoreana não vai fechar balcões e quer reforçar área comercial

 

João Alberto Medeiros   Regional   10 de Nov de 2009, 21:00

A Açoreana de Seguros não tem em curso nenhuma reestruturação que ponha em causa a sua presença nos Açores e vai promover um reforço da sua presença no mercado onde nasceu. Quem o assegura ao AO é o presidente da Comissão Executiva da Açoreana de Seguros, Diogo Silveira

.A seguradora vai aumentar a sua presença comercial no mercado e privilegiar uma política de proximidade, através do recrutamento de novos seis trabalhadores.Esta revelação é feita numa altura em que surgiram na televisão e rádio públicas informações sobre a rescisão de trabalhadores em Ponta Delgada.Diogo Silveira considera que existem efectivamente cinco casos de rescisão por mútuo acordo, num universo de 100 trabalhadores. "Todos os anos reanalisamos a forma de melhorar o nosso nível de competitividade, tendo em consideração as três plataformas onde temos pessoas, designadamente os Açores (109), Madeira (17) e Continente (424)". No conjunto da análise que foi feita do orçamento de 2010, da optimização de processos e introdução de melhorias informáticas, no caso dos Açores é possível "libertar" cinco postos de trabalho, através da negociação com os trabalhadores. O presidente da Comissão Executiva da Açoreana de Seguros desmente, por outro lado, que esteja previsto proceder ao encerramento de balcões nos Açores.Diogo Silveira revela, por outro lado, que vai haver o que designa por "rotação" de serviços, na sequência da introdução do novo sistema informático, ficando, no entanto, de fora, a gestão de sinistros. Com o novo sistema informático fica de fora também o nível de chefia máximo que existia, mas o seu elemento humano mantém-se em outra área da seguradora.Na área de produção, tudo o que se relacionava com a Madeira passa a ser feito nos Açores.Entretanto, a Açoreana de Seguros registou resultados "muito inferiores aos de anos anteriores" na sequência da recessão económica. "Tivémos resultados de quatro milhões de euros, quando nos anos anteriores o valor era sempre superior a 10 milhões de euros.Efectivamente, o mercado está globalmente difícil em termos de rentabilidade".O mercado segurador "com a quebra dos preços diminuiu e tornou-se mais difícil, obrigando-nos a ser mais competitivos".

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