Paula Gouveia

Opinião

Seguem-se novos episódios

1. Quarenta anos depois, os portugueses vão às urnas escolher numa segunda volta o Presidente de República.
Hoje, pela segunda vez em poucas semanas, os eleitores terão de desenhar uma cruz à frente do candidato que consideram que melhor os irá representar no mais alto cargo público da Nação. E, depois da votação de dia 18 de janeiro, a escolha concentra-se em dois candidatos que não podiam...

Conteúdo exclusivo para subscritores.

Estar informado custa menos do que um café por dia!

Inclui acesso à totalidade das edições impressas, em formato digital, dos jornais e dos respetivos suplementos semanais ou da revista.

Outros editoriais


Crise anunciada no Turismo?

Se há setor económico volátil  é o do Turismo. Pelas suas características, está sujeito a uma diversidade de fatores, muitos deles fora do controlo de quem a ele se dedica. Não dispensa por isso...

Viver na mentira

“Não se pode ‘viver dentro da mentira’ de benefício mútuo através da integração quando a integração se torna a fonte da vossa subordinação”....

Liberdade de escolha

Não sei, senão pelos livros, reportagens, entrevistas e documentários, como era viver em Portugal antes de instalada a democracia. Quando nasci, os meus pais já gozavam da liberdade sem a qual cresceram...

Mar nosso

Os deputados açorianos voltam a reunir-se nesta semana que agora se inicia em plenário, com pontos na agenda referentes ao mar dos Açores.
Na Horta, serão apreciados: o Projeto de Decreto Legislativo...

Centralismo sonso

Há uma displicência recorrente na forma como o Governo da República trata assuntos que dizem respeito às regiões autónomas que, embora já não cause surpresa, não deixa de ser incompreensível.
Nesta...

“Jogar sempre para ganhar”

O Primeiro-ministro veio, neste Natal, dizer aos portugueses que é preciso escolher entre “jogar para empatar” ou “jogar sempre para ganhar”, apelando a que se troque a “mentalidade do deixar andar”...

PUB

Triunfo do candidato apoiado pelo PS estendeu-se às freguesias açorianas, vencendo 146. Abstenção voltou a ser a mais “votada” nos Açores, com quase seis em cada 10 açorianos a não ir às urnas