Os últimos dias foram intensos em debates sobre turismo nos mais diversos formatos e plataformas, da ALRAA à televisão, da rádio às redes sociais. Em quase todos, parece haver uma obsessão recorrente: contar frutos económicos. É simplista.
Dormidas, proveitos, passageiros, rotas, ocupação, mercados, prémios e recordes. Quando os números sobem, celebra-se a estratégia. Quando descem, procura-se...
Turismo açoriano: antes do fruto, o solo
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