Há vidas que começam numa estação segura.
Alguém para. Alguém olha. Alguém decide ficar.
Foi assim, com a minha Flor e o Joca. E recentemente com o Noé e a Gaia.
E há outras que, mesmo cruzando muitos caminhos, nunca chegam a ter uma estação definitiva.
O Brasil está a ser atravessado por uma comoção coletiva em torno de um cão comunitário conhecido como Orelhas. O caso ainda decorre....
O Orelhas da nossa humanidade
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