A sociedade contemporânea é veloz. Não para. Os ponteiros do relógio parecem estar numa velocidade inalcançável. E, mesmo assim, há uma sensação de vazio que paira no ar: há quem tenha medo dele, há quem não saiba lidar com ele e há quem fuja dele. O vazio, ou o tempo do relógio mais vagaroso, é espaço mental, é disponibilidade para ver, escutar e sentir.
Rodeiam-nos sentimentos como cansaço,...
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