Há cerca de três anos escrevi isto: “Lançar um concurso para a privatização da Azores Airlines, com um caderno de encargos recheado de condições difíceis de cumprir, é um erro que a Região vai pagar caro, tal como aconteceu com a tentativa desastrosa ao tempo da Icelandair. (...) Bastava aprender com aTAP”.
Três anos depois, aí está o veredicto: a proposta do único consórcio concorrente...
Os falhanços SATA e HDES
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