Não contes de mim a ninguém. Desta tristeza que teima em escrever o teu nome na chuva da vidraça. Das maçãs esquecidas na fruteira e que há muito perderam o aroma. Das janelas que teimo em abrir embora saiba que já não cheira a rosmaninho.
De ter perdido a memória, todas as memórias, da casa agora abandonada (os gatos já não...
