Começo com perguntas, convicta de que a pergunta é sempre uma boa forma de iniciar: e se os territórios fossem encarados como espaços educativos? E se ensinassem quem os habita e percorre através das paisagens, do património edificado, da toponímia? E se, para além da delimitação geográfica, fossem “mais do que”? Com esse “mais do que” quero dizer aquilo que nos pertence coletivamente: o que pode...
O território como espaço educativo: por uma pedagogia do quotidiano
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