Vivemos num tempo paradoxal. Nunca houve tanta liberdade para falar, opinar e reagir. Nunca foi tão fácil escolher lados ou gritar certezas. E, ao mesmo tempo, nunca foi tão raro assumir consequências.
O individualismo contemporâneo não é o da autonomia responsável. É o da identidade em palco e no ecrã. O eu tornou-se produto, a opinião substituiu a ação e a visibilidade passou a valer mais do...
A vida sem consequência?
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