Durante décadas, a estratégia turística foi um jogo a três: operadores, companhias aéreas e destinos. Os aeroportos existiam como palco neutro, meras infraestruturas de passagem. Essa leitura está hoje desatualizada.
Alguns aeroportos perceberam algo essencial: quem controla a experiência intermédia controla decisões futuras. E passaram a agir não como terminais, mas como atores estratégicos...
O aeroporto como argumento turístico
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