Mais uma vez somos chamados às urnas numa nova tentativa de restaurar a estabilidade política, ou pelo menos a aparência dela.
Este ciclo de crises, remendado por eleições sucessivas, reforça a ideia de que já não se vota com esperança mas sim por inércia. A ideia de representação esbate-se perante a exigência pragmática de governação que, mais do que eficaz, se quer apenas estável.
Os atos...
E lá nos vão vencendo pelo cansaço
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