Faltam dias. O boletim aproxima-se e, com ele, o dilema cívico: entre o que já conhecemos demasiado bem e o que já desconfiamos demais. E acredito que este sublime direito de escolha será, para muitos, menos um gesto de esperança e mais um exercício de contenção respiratória. Afinal, a escolha parece, por vezes, resumir-se a tentar encaixar a complexidade das nossas expectativas nos limites apertados...
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