Cultura

Recessão não deve ser usada como pretexto para cortar na actividade cultural

A última Assembleia Anual do Parlamento Cultural Europeu concluiu que “a recessão não deve ser usada como pretexto para reduzir a actividade cultural”, anunciou um arquitecto português que participou no encontro.


Luís Tavares Pereira, um dos portugueses convidados a participar na 10.ª assembleia anual, que decorreu este mês em Pécs, Hungria, sob o tema “The relevance of Europe”, afirmou que os membros entendem que “a cultura deve ter um papel crucial no fortalecimento do projecto europeu nestes tempos de crise na economia”.

Segundo disse, houve uma preocupação expressa de afirmar que a cultura deve ser algo intangível, por isso, os governos devem evitar cortes nos programas culturais face ao seu crucial papel no fortalecimento da identidade europeia e no seu contributo para a aceitação da diferença.
    
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