PSD/Terceira quer baixar preço das passagens para promover turismo na ilha

PSD/Terceira quer baixar preço das passagens para promover turismo na ilha

 

Lusa/AO online   Regional   22 de Ago de 2012, 18:57

O presidente do PSD/Terceira, António Ventura, reafirmou esta quarta-feira o compromisso do partido para baixar as tarifas aéreas nas ligações com continente e acusou a política de promoção turística do Governo Regional socialista de prejudicar esta ilha.

"O PSD compromete-se a descer as tarifas aéreas entre a Terceira e Lisboa, a melhorar as ligações aéreas com o Porto, o Canadá e os EUA, a melhorar as ligações marítimas inter-ilhas com a Terceira e a estabelecer uma promoção concertada e estratégica que inclua a ilha Terceira", afirmou António Ventura, que é também vice-presidente do PSD/Açores.

António Ventura frisou que "a ilha Terceira, apesar da sua posição geográfica central, da sua diversidade de oferta turística elevada e do investimento dos empresários locais, continua na cauda dos principais indicadores do turismo".

O dirigente regional social-democrata falava numa conferência de imprensa junto a uma unidade hoteleira encerrada, que apontou como "mau exemplo", recordando que o hotel, inaugurado em 2009, teve "um investimento inicial de 17 milhões de euros, com cinco milhões de euros de fundos comunitários", mas está atualmente "ao abandono".

O presidente da Comissão Política da Ilha Terceira do PSD salientou que esta ilha do grupo Central dos Açores tem apresentado desde 2008 resultados piores do que a média regional, tanto em número de hóspedes, como em proveitos e dormidas, defendendo que essa situação se deve à "continuada ausência de uma estratégia de promoção que evidencie a ilha, associada ao elevado preço dos bilhetes aéreos e à falta de reconhecimento da posição central da Terceira".

Nesse sentido, António Ventura garantiu que, caso o PSD vença as eleições regionais de outubro, vai baixar o preço das passagens através de um programa comunitário específico para os transportes, acrescentando que, enquanto a criação do POSEI transportes não for aprovada pelas instituições europeias, "descer as passagens para um preço que permita uma maior entrada de turistas significa um por cento do orçamento regional".


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