Aviação

Operação da Portway não vai ser afectada pela greve dos funcionários da Goundforce


 

Lusa / AO online   Economia   27 de Out de 2007, 01:39

A empresa de assistência em terra aos aviões Portway vai operar "com toda a normalidade" durante a greve dos trabalhadores da sua congénere Groundforce, não sendo previsíveis perturbações nos voos das companhias aéreas suas clientes.
Em comunicado, a empresa "esclarece os passageiros das companhias aéreas suas clientes, assim como o público em geral que os seus serviços operam com toda a normalidade e que não são previsíveis perturbações nos voos das suas representadas, durante os períodos anunciados de paralisação laboral".

Depois da greve dos pilotos, que provocou o cancelamento de 65 voos da TAP e prejuízos de cerca de 1 milhão de euros nos cofres da maior companhia aérea portuguesa, os trabalhadores da empresa de assistência em terra aos aviões Groundforce iniciam hoje, entre as 15:00 e as 17:30, uma greve contra horas extraordinárias e troca de turnos, que promete voltar a afectar a operação dos aeroportos portugueses.

Após a paralisação de hoje, a greve dos funcionários da Groundforce vai prosseguir, em períodos parciais, até 31 de Dezembro.

Além da greve dos funcionários da Groundforce, a actividade nos aeroportos vai ainda ser afectada pela paralisação do pessoal de cabine da Portugália, que começa às 00:00 de domingo e que se prolongará até às 24:00 de terça-feira.

A greve do pessoal de cabine da Portugália foi convocada pelo Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) pela equiparação dos direitos dos trabalhadores da companhia aérea Portugália aos da TAP, que recentemente adquiriu a empresa regional.

A Portway opera nos aeroportos de Lisboa, Porto, faro e Funchal, representa mais de 80 companhias aéreas e assiste mais de cinco milhões de passageiros por ano.
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