Lobo Antunes preside a centenário da República


 

Lusa/AOonline   Nacional   4 de Out de 2008, 18:12

O medico João Lobo Antunes, ex-mandatário das candidaturas presidenciais de Cavaco Silva e Jorge Sampaio, vai presidir ao Conselho Consultivo das Comemorações do Centenário da República, disse hoje à agência Lusa o ministro da Presidência.
Pedro Silva Pereira adiantou que farão parte deste conselho consultivo os constitucionalistas Gomes Canotilho e Vital Moreira, Dom Manuel Lencastre (bispo do Porto e historiador), os professores universitários Fernando Catroga e Romero de Magalhães, e o grão-mestre do Grande Oriente Lusitano.

    Integram ainda o conselho consultivo do centenário Isabel Alçada (escritora), Margarida Pinto Correia (presidente da Fundação do Gil), o ex-secretário de Estado da Cultura Rui Vieira Nery, Vasco Wallenkamp (coreografo), Júlio Isidro (apresentador de televisão), Isabel Carlos (crítica de arte), Joana Vasconcelos (artista plástica) e o arquitecto Nuno Sampaio.

    “Estou muito satisfeito por termos conseguido reunir no Conselho Consultivo das Comemorações do Centenário da República um conjunto de personalidades tão qualificadas e tão representativas das diferentes sensibilidades existentes na sociedade portuguesa”, declarou o ministro da Presidência.

    Ao conselho consultivo caberá dar apoio à Comissão Organizadora das Comemorações do Centenário da I República, que é presidido pelo banqueiro Artur Santos Silva.

    Fazem ainda parte da comissão organizadora Francisco Sarsfield Cabral, João Serra, Raquel Henriques da Silva e Fernanda Rolo.

    O recém-nomeado conselho consultivo terá a sua primeira reunião no próximo dia 14 para analisar a proposta de linhas gerais das comemorações do centenário da República a apresentar por parte da equipa liderada por Artur Santos Silva.

    “O trabalho preparatório das comemorações está adiantado”, sublinhou à agência Lusa Pedro Silva Pereira.

    Segundo o membro do Governo, com as comemorações, além de se assinalar a efeméride histórica, pretende-se, proporcionar “uma oportunidade para realizar um conjunto de eventos culturais e apelar à participação das pessoas na reflexão sobre as instituições da República e democracia”.

    “As comemorações do centenário terão os olhos postos no futuro”, acrescentou o ministro da Presidência.


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