Leão XIV manifesta “proximidade espiritual” às vítimas de massacre em Cracóvia

O Papa Leão XIV afirmou estar profundamente entristecido com o massacre em Cracóvia e manifestou a sua “proximidade espiritual” com as vítimas.



“Sua santidade Leão XIV, profundamente entristecido com as notícias das mortes e ferimentos resultantes do tiroteio em Cracóvia, expressa a sua proximidade espiritual em Cristo Ressuscitado a todos os afetados por esta tragédia”, lê-se numa carta dirigida ao cardeal Grzegorz Rys, arcebispo metropolitano de Cracóvia.

A carta de Leão XIV foi hoje transmitida pelo cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado do Vaticano.

O líder da Igreja católica, que se encontra em viagem pela América do Sul, disse estar unido a todos os que vivem “estes dias de luto” e intercedeu “pela dádiva da esperança cristã às famílias enlutadas”.

O Ministério Público polaco anunciou hoje a abertura de um inquérito por um ato de "caráter terrorista" após o tiroteio que fez seis mortos e 16 feridos no sábado, em Cracóvia, no sul da Polónia.

Uma cidadã portuguesa foi ferida e encontra-se hospitalizada, conforme informou no sábado o Ministério dos Negócios Estrangeiros português.

Os procuradores vão investigar, entre outros pontos, o homicídio de seis pessoas em Cracóvia - ato que "constitui uma infração de natureza terrorista" - e de três pessoas na residência do alegado atirador em Ostrowiec Swietokrzyski, segundo o comunicado do Ministério Público.

A polícia polaca confirmou hoje que os três corpos encontrados sem vida na residência do alegado autor do tiroteio ocorrido no sábado, no centro de Cracóvia, são do seu pai, da sua mãe e da sua irmã, de 53, 52 e 21 anos, respetivamente.

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