Governo açoriano diz que atuação menos correta no PRR poderá ter sido “para não perder tempo”

O secretário das Finanças, Planeamento e Administração Pública do Governo dos Açores afirmou que se existiram procedimentos menos corretos na execução do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) foi “para não perder tempo”



“Se houve procedimentos que não possam ter sido os mais corretos terá sido, eventualmente, para não perder tempo. Às vezes (…), é uma complicação”, afirmou Duarte Freitas, em conferência de imprensa dedicada à apresentação da reprogramação do PRR na Horta.

O secretário regional respondia após ser questionado sobre uma auditoria do Tribunal de Contas (TdC) que revela que o Governo dos Açores teve uma conduta “danosa” no processo de reabilitação de 40 moradias em São Miguel do PRR.

Duarte Freitas lembrou que os processos concursais do PRR passaram a dispensar o visto prévio do TdC por decisão do Governo da República devido à necessidade de acelerar a execução do plano.

“Por isso é que o Governo da República, através de decreto de lei, recentemente, libertou os concursos para o PRR de visto prévio do TdC”, salientou.

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O processo que investigou fraude no Serviço Regional de Saúde passou de 16 arguidos e 55 crimes para oito arguidos e 18 crimes, um número que pode baixar para seis arguidos se o Ministério Público aceitar a suspensão provisória do processo, proposto pelo juiz de instrução, ontem, durante a leitura da decisão instrutória.