Liga Sagres

FC Porto regressa às vitórias

FC Porto regressa às vitórias

 

Lusa/Aonline   Futebol   13 de Mar de 2010, 21:50

Um golo de Cristián Rodríguez, aos 87 minutos, permitiu ao FC Porto vencer a Académica por um tangencial 2-1.
 Este resultado pode ter mantido a esperança do FC Porto na luta pelo título e contribuiu para fazer as pazes entre os tetracampeões e os seus adeptos, depois da goleada sofrida com o Arsenal, por 5-0.

A Académica continua sem vencer o FC Porto há quase 40 anos, com o último triunfo dos “estudantes” a datar de novembro de 1970, altura em que venceram por 3-2.

A partida teve um espectador especial, o seleccionador nacional, Carlos Queirós, em missão de observação.

Durante a primeira parte assistiu-se a um encontro equilibrado com oportunidades de parte a parte. Se os estudantes deram o mote com Éder a fintar uma série de adversários pela esquerda, aos 8 minutos, dando de bandeja para Sougou atirar para as nuvens, vinte minutos depois foi a vez de Falcao se isolar perante Ricardo, que evitou o golo, mas apenas na recarga. Pelo meio, Rodriguez e João Ribeiro foram protagonistas de lances perigosos para as duas balizas.

Logo depois da meia hora de jogo, a partida ganhou alguma emoção com os golos a surgirem num espaço de dois minutos: primeiro foi Sougou, aos 33, a marcar de forma irrepreensível uma grande penalidade a castigar um derrube de Bruno Alves sobre Éder. Depois foi o mesmo Bruno Alves, na sequência de um livre, a redimir-se do seu erro e cabecear certeiro, empatando a contenda, num lance em que Ricardo, que sairia lesionado, e Orlando se desentenderam.

Ao intervalo, na curta “viagem” para o túnel de acesso aos balneários, houve um ambiente de alguma tensão entre o treinador da Académica, André Villas-Boas, e o adjunto de Jesualdo Ferreira, José Gomes, a serem separados por alguns responsáveis ao jogo.

Após os 45 minutos iniciais, entrou-se numa fase bastante quezilenta do jogo, com muitas paragens devido a choques ou entradas mais duras de ambas as partes.

As maiores jogadas de perigo pertenceram aos homens da casa, com Éder a cabecear ao lado da baliza à guarda de Beto, aos 56, e Sougou, aos 64, a obrigar o guardião a uma boa defesa, na sequência da marcação de um livre.

As emoções estariam reservadas para a parte final do jogo, na qual Rodriguez sentenciou a partida ao marcar, pelo buraco da agulha o golo da vitória, num remate bem forte, aos 86 minutos, e para o desperdício de Falcao, que “arranca” uma grande penalidade a Rui Nereu, já nos período de descontos, e na marcação, atira a bola para as nuvens.


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