Escolas dos Açores premiadas no Apps for Good

A EB1,2,3/S/JI de São Roque do Pico e a Escola Secundária Jerónimo Emiliano de Andrade foram as instituições premiadas na 12ª edição do programa educativo tecnológico



As escolas São Roque do Pico e Emiliano de Andrade conquistaram dois prémios na 12ª edição do Apps for Good, cuja final se realizou no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa.

A EB1,2,3/S/JI de São Roque do Pico venceu o 1º Prémio do Ensino Secundário graças ao projeto Elite Fishing. A aplicação liga turistas, famílias e jovens a experiências de pesca, promovendo o “contacto com a natureza, o bem-estar e a solidariedade através da doação de peixe”. 

Já a Escola Secundária Jerónimo Emiliano de Andrade conquistou o 2º lugar do Básico com o projeto TravelBuddy, uma aplicação de guia turístico interativo dos Açores. A app recorre à realidade aumentada, a roteiros personalizados e a recomendações de restaurantes e atrações, procurando proporcionar “experiências de viagem diferenciadoras e contribuir para a valorização do território”.

Segundo nota de imprensa, a final do Apps for Good reuniu os projetos de alunos do ensino básico, secundário e  superior, tendo sido premiadas as “propostas inovadoras” que respondem a “desafios reais” nas áreas da “educação, saúde, igualdade de género, indústria, inovação, sustentabilidade, ação climática, cidades e comunidades sustentáveis, erradicação da pobreza, justiça e instituições eficazes”.

A 12ª edição do Apps for Good contou com a participação de 188 escolas e envolveu 396 professores, dos quais 60% já haviam participado em edições anteriores. O programa evolveu 3816 alunos ao longo de todo o ano letivo, dos quais 46% foram raparigas.

Ao longo dos seus 12 anos de existência, o Apps for Good já envolveu mais de 35 mil alunos, 1800 professores e 800 escolas, responsáveis pela “criação de milhares de soluções tecnológicas”. 

“O impacto do programa vai além da dimensão técnica, contribuindo para o desenvolvimento de competências como criatividade, pensamento crítico, liderança, colaboração e comunicação, bem como para uma maior vontade dos participantes de contribuírem para um mundo melhor”, refere a nota de imprensa.

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Os resgastes no caminho que dá acesso à parte inferior da cascata das Lombadas está a tornar-se tão frequente, que os Bombeiros Voluntários da Ribeira Grande (BVRG) já sabem o que significa quando recebem um alerta para “a tal curva”