De acordo com a organização da Ponta Delgada Capital Portuguesa da Cultura (PDL 2026), a iniciativa surge através do canal Radio-Televisão Mercado da Graça, que prepara uma “grande reportagem dedicada à origem dos alimentos que se consomem diariamente”.
As crianças entre os seis e os 12 anos são convidados a participar nesta investigação. O projeto "procura míni-repórteres, míni-construtores de equipamento audiovisual, mini-cartógrafos e mini-marionetistas para participar na exploração do mercado e dos seus alimentos".
A descoberta coletiva “dará origem a entrevistas performativas e a um teatro de fantoches, construído a partir de materiais e produtos encontrados no próprio Mercado da Graça, incluindo frutas e legumes que ganham aqui novas histórias e personagens”.
No âmbito da programação de julho da PDL 26, está também previsto, em parceria com a Associação de Antigos Alunos do Conservatório Regional de Ponta Delgada e o Conservatório Regional de Ponta Delgada, um encontro aberto ao público dedicado à arte do canto, com a presença da soprano Raquel Albuquerque.
A PDL 26 prevê ainda em julho a realização da Rádio Vaivém, com Tomás Sampaio e Outra Coisa Qualquer, com uma sonoridade entre o indie rock, bossa nova e música popular portuguesa, aliada a raízes e influências micaelenses.
Celebrando 40 anos de carreira, a cantora Maria João apresenta "Abundância", no Coliseu Micaelense, um espetáculo que dá vida ao seu mais recente álbum, gravado entre Moçambique e Lisboa.
No Museu Carlos Machado – Núcleo de Arte Sacramento, os “mais marcantes poetas ligados aos Açores ganham uma nova dimensão” através das composições de Ana Paula Andrade, interpretadas pela soprano Rafaela Albuquerque e músicos convidados, segundo a organização.
Integrado na programação da PDL26, este concerto “celebra o património literário açoriano, dando voz às paisagens, memórias, afetos e inquietações que moldam a identidade insular”.
Groove & Poesia, outro dos eventos programados, entre muitos outros, reúne João Malaquias e uma banda de músicos num concerto que cruza sonoridades funky e jazzy, com a declamação de poemas de autores como Alexandre O’Neill, Mário Cesariny, Bob Kaufman, Charles Bukowski e do próprio João Malaquias.
