Concurso para construção de 76 casas a custos controlados

Concurso para construção de 76 casas a custos controlados

 

Lusa/AO online   Regional   14 de Nov de 2018, 18:28

A construção de 76 habitações a custos controlados em São Vicente Ferreira, Fenais da Luz e Arrifes, em São Miguel, será lançada dentro de um mês, anunciou hoje o Governo Regional dos Açores.


O anúncio foi feito no âmbito da visita de trabalho do Governo Regional dos Açores à ilha de São Miguel, durante a passagem pelos terrenos onde, dessas 76 habitações, vão ser edificadas 31 de tipologias T3 e T4 a custos controlados.

O concurso que será lançado no próximo mês prevê ainda a construção de 21 habitações, também de tipologias T3 e T4, na freguesia dos Arrifes e 24 na freguesia dos Fenais da Luz, na ilha de São Miguel.

O presidente do Governo Regional dos Açores, Vasco Cordeiro, destacou a importância de “ajudar famílias e, em especial, casais jovens a terem melhores condições de terem a sua casa”.

Além destes empreendimentos, o executivo tem projetos para construção também nas freguesias da Fajã de Cima, São Roque, Feteiras, Santa Clara e Maia.

Sobre o regime de apoio, Vasco Cordeiro admitiu que, durante a crise, “não se justificava a utilização neste grau deste instrumento e agora, fruto da necessidade de habitação em São Miguel (…) leva a que o Governo ative esse mecanismo recorrendo a terrenos que são da região e são rentabilizados dessa forma”.

Também no âmbito da habitação, o líder do Governo adiantou que “está já em fase de conclusão a criação de um outro programa que visa recuperar habitações que já existem e podem também ser reconstruídas para dar resposta ao problema da habitação”.

Em relação ao projeto habitacional das Sete Cidades, projetado pelo arquiteto Eduardo Souto Moura e em que ainda há casas por habitar, o chefe do executivo açoriano garante que a “preocupação principal não são as casas que já estão construídas”, mas sim “um número de lotes que existem e não estão a servir para nada e podem ser utilizados e para dar resposta a quem precisa de habitação”, acrescentando que a Secretaria Regional da Solidariedade Social “já recebeu indicações e orientações quanto a esta matéria”.



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