Orçamento Regional para 2008

César admite incluir o propostas de alteração da oposição


 

Lusa / AO online   Regional   12 de Nov de 2007, 15:08

O presidente do Governo açoriano, Carlos César, admitiu integrar no Orçamento para 2008, que será debatido em breve na Assembleia Regional, propostas de alteração apresentadas pelos partidos da oposição.
“Apesar de considerarmos ser um bom Orçamento e um bom Plano de Investimentos para 2008, consideramos também que os contributos de todos são sempre importantes”, afirmou Carlos César, que falava no lançamento de um novo loteamento na freguesia da Maia, ilha de São Miguel.

Depois de destacar que a proposta de Orçamento reforça a componente social, o chefe do executivo regional socialista adiantou que está “pronto a reunir com os partidos com assento parlamentar que tenham propostas de alteração” ao documento.

Carlos César admitiu ser “possível chegar a acordo”, caso as eventuais propostas da oposição sejam “positivas e se dirigirem no sentido da concretização do interesse regional” ainda antes da apreciação da proposta de Orçamento no Parlamento.

“Por melhor que governemos e que o progresso dos Açores esteja a processar-se, nós precisamos sempre de mais Açores e devemos colocar sempre os Açores primeiro”, disse o presidente do Governo Regional.

No lançamento da primeira pedra do loteamento, Carlos César salientou, ainda, que a “política de rigor das Finanças Públicas” regionais se justifica porque o Governo Regional precisa de “muito dinheiro” para prosseguir as políticas sociais em áreas como a Saúde, Educação e Habitação.

“Por isso, é preciso gerir muito bem os nossos recursos e continuar a ser o que somos também no plano nacional, que é uma gestão exemplar na gestão das suas Finanças Públicas”, adiantou o chefe do executivo açoriano.

Salientou, ainda, que “dezenas de milhares de famílias” foram apoiadas ao nível Habitação, nos últimos 11 anos, um sector que o Governo pretende, agora, apoiar a recuperação de habitações devolutas e degradas nas zonas rurais, mas também nas cidades.

Alertou, porém, para as câmaras municipais terem em atenção que a habitação social não tem de ser projectos de menor qualidade, alegando que o seu executivo tem desenvolvido um “grande esforço” para que este sector apresente uma construção cuidada, com espaços de verdes e de lazer e complementada com equipamentos colectivos.

O presidente do Governo falava no lançamento da primeira-pedra das infra-estruturas de um novo loteamento na Maia, ilha de São Miguel, destinado à construção, em regime de custos controlados, de 72 novas habitações, 52 das quais moradias unifamiliares e 22 apartamentos.

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