Açoriano Oriental
BE reclama linhas de excepção para a agricultura nas ilhas
O candidato do Bloco de Esquerda (BE) pelos Açores às eleições para o Parlamento Europeu diz que não vale a pena “estar a cinco anos a insistir nas quotas” e aponta a criação de “linhas de excepção para os Açores” com intuito de atenuar os efeitos que o desmantelamento do regime pode ter nas ilhas. (Com ficheiro áudio)
BE reclama linhas de excepção para a agricultura nas ilhas

Autor: Luísa Couto
“Apesar de ter sido uma boa medida é necessário pensar noutras estratégias que passam por linhas de majoração de investimento para os Açores para que se consiga produzir melhor”, explicou, ontem, Paulo Sousa Mendes aos jornalistas, à saída de um encontro com a Associação de Jovens Agricultores Micaelenses (AJAM), nos Arrifes.

Para além disso, e atendendo ao actual momento do sector agrícola a nível nacional e até mesmo internacional, o candidato bloquista salienta a importância e a necessidade dos financiamentos europeus estarem bem distribuídos.

“Esses apoios não podem ficar acumulados em duas ou três entidades. Não podemos ter uma estrutura piramidal onde que quem está em cima é quem arrecada tudo e quem está em baixo acaba por sofrer na pele a falta desse financiamento”, esclareceu.

E no que respeita às datas de pagamento desses mesmos apoios, Paulo Sousa Mendes também reclama mudanças que passam por “alterações de calendário” que sejam mais condizentes com as necessidades do sector agrícola.“Em vez disso são atribuídos nas alturas em que são mais adequadas politicamente. Sempre na véspera de actos eleitorais ou quando dá jeito”.

Críticas que tiveram correspondência na intervenção do presidente da AJAM. Em declarações à comunicação social, Vergílio Oliveira não deixou de lamentar aquilo que diz ser “manobras na atribuição de subsídios”.



Leia esta notícia na íntegra no jornal Açoriano Oriental de Quinta-Feira, Dia 28 de Maio de 2009
 
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