Azores Airlines batiza A321neo de 'Sete Cidades'

Azores Airlines batiza A321neo de 'Sete Cidades'

 

Susete Rodrigues/AO   Regional   15 de Out de 2018, 17:19

Decorreu esta segunda-feira, a cerimónia de batismo da aeronave A321neo da Azores Airlines, até agora conhecida como 'Wonder, que agora assume o nome 'Sete Cidades' e tem como madrinha a coreógrafa, Milagres Paz.

Na ocasião, a secretária regional dos Transportes e Obras Públicas, Ana Cunha, disse que os aviões da Azores Airlines passarão a servir como cartão-de-visita da Região, contribuindo assim para a divulgação e promoção das ilhas.


“O grande objetivo passa por suscitar a curiosidade, em terra e no ar, em descobrir o local que dá nome ao avião e visitá-lo”disse para acrescentar que "dando nomes de lagoas, montes, praias, grutas, cascatas, miradouros, lugares, promovemos os tesouros das nossas ilhas”.


“Começamos por Sete Cidades, o nome de um dos locais mais simbólicos dos Açores e cuja lagoa foi eleita como uma das Sete Maravilhas de Portugal”, acrescentou.


Na sua intervenção nesta cerimónia, que incluiu igualmente, o último voo de um Airbus A310 pela Azores Airlines, após 19 anos ao serviço, a titular da pasta dos Transportes enfatizou ainda a necessidade da companhia aérea regional ter capacidade de adaptação e de evolução para o futuro.


Para Ana Cunha, a entrada ao serviço dos Airbus A321neo vem dotar a transportadora aérea açoriana de maior eficiência operacional, pois estas aeronaves permitem, entre outras mais-valias, baixos consumos de combustível, redução de emissões de carbono e maior flexibilidade de gestão de frota.


Com a entrada ao serviço do segundo A321neo, que teve lugar em abril, a Azores Airlines continua a renovação programada da sua frota de médio e longo curso a operar em rotas como os EUA e Canadá, numa modernização de equipamentos que, para Ana Cunha, se reveste de vital importância, quer para a SATA, quer para os Açores.


“Além da eficiência energética, a constituição de uma frota única (com aviões da família A320), permite economias de escala ao nível da utilização das tripulações e manutenção das aeronaves”, frisou a Secretária Regional, considerando que a utilização destes aviões constitui “um fator determinante para a estratégia de fortalecimento da companhia, que passa também por voltar a colocar os Açores como última fronteira da Europa a caminho da América”, adiantou ainda a secretária em nota do Gacs.



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