Ainda podem ser emitidas 170 mil matrículas da atual série

Ainda podem ser emitidas 170 mil matrículas da atual série

 

Lusa/AO online   Nacional   19 de Set de 2019, 17:43

O Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) estima que possam ser atribuídas perto de 170 mil matrículas da atual série, “o que poderá corresponder a cerca de quatro meses”, no dia em que foi aprovado o novo formato.

“Neste momento, a atual série de matrículas ainda permite atribuir cerca de 170 mil matrículas o que poderá corresponder a cerca de quatro meses, dependendo do ritmo da emissão de novas matrículas”, referiu a entidade, em resposta a perguntas da agência Lusa.

Hoje, o Conselho de Ministros aprovou o diploma que “altera o regulamento do número e chapa de matrícula, o código da estrada e o regulamento da habilitação legal para conduzir”.

Estas alterações incluem “alguns ajustamentos de natureza técnica nos modelos de chapas de matrícula, adaptando-os às novas combinações de carateres e adotando um formato que simplifica a sua produção, harmonizando o modelo português com o da generalidade dos Estados-Membros da União Europeia”, lê-se no comunicado.

Em dezembro do ano passado, a passagem à nova série de matrículas, constituída por dois grupos de letras e outro central de dois algarismos, estava prevista para o final de 2019, dado que ainda faltavam 500.000 mil para terminar o modelo atual.

A nova série passará a ser constituída por dois grupos de duas letras e um grupo central de dois algarismos, mantendo-se a separação entre si por traços: AA-01-AA.

Em 02 de setembro deste ano, a Associação Automóvel de Portugal (ACAP) revelou que o número de veículos matriculados em Portugal caiu 5% entre janeiro e agosto deste ano, para 188.514, e desceu 14,2% no mês passado, "pelo sétimo mês consecutivo" em relação ao período homólogo.

Em comunicado, a entidade contabilizou que em agosto “foram matriculados pelos representantes legais de marca a operar em Portugal 16.035 veículos automóveis, ou seja, menos 14,2% do que em igual mês do ano anterior, pelo que o mercado mantém-se em queda pelo sétimo mês consecutivo”.


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