Há um sonho que se tem repetido ao longo da minha vida. Surge sem padrão que consiga reconhecer, em contornos tão realistas que já dei por mim a questionar se é fruto de algum devaneio que tenha tido acordada. Já o sei do início ao fim e repito-o como se estivesse a citar as falas de um filme de infância. Começo sempre num quarto que identifico como meu. Acabei de acordar. Ao meu lado, uma janela...
Saudades do Futuro
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