Em tempos escrevi acerca da transparência de um certo tipo de trabalhos, dessa imensa variedade de saberes e fazeres que se tornou, de facto, absolutamente transparente, como é, por exemplo, calcetar um passeio ou fazer um bordado.
Esses tendem a tornar-se mesmo transparentes, porque as coisas “aparecem feitas” e ficam feitas. Usamo-las como se sempre tivessem existido e, quase sempre, nem sequer...
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