Imagina que, por cima da cabeça de cada pessoa, existia um relógio. Não marcava as horas. Marcava o tempo que ainda lhe restava. Dez anos. Três meses. Quatro dias. Quinze minutos. Bastava olhar para alguém para saber quanto tempo ainda teria neste mundo.
Provavelmente deixaríamos de discutir por coisas pequenas. Os telefonemas...
