Para os açorianos, o mar foi, desde sempre, simultaneamente muralha e caminho. O horizonte marítimo simbolizava esperança. O barco, mais do que despedidas, promessas murmuradas entre lágrimas ou corpos fustigados pela insularidade, carregava sonhos alicerçados em coragem, resiliência e espírito empreendedor. Partiam rumo a uma realidade desconhecida, incentivada pela necessidade ou por aquela carta...
O barco e o sonho…
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