Os versos que tenho aqui como epígrafe é a primeira estrofe do poema “O Barco Abstracto” e faz parte do seu mais recente livro Balada do Corsário dos Sete Mares. Um açoriano como eu, que passou a vida de “navegante” mas em paz e em busca de algo sempre indefinido é uma oferta condizente com o meu aniversário que também chegou há poucos dias. O mar que quase bate no prédio onde vivo em São Miguel,...
Manuel Alegre na sua intimidade poética e destes tempos que todos vivemos Há um barco dentro de mim/uma bandeira rota/procura a última rota/além do longe e do fim. Manuel Alegre, Balada do Corsário dos Sete Mares
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