Morreu um homem fantástico. Morreu um Papa que quis agitar a Igreja Católica, aproximando-a dos frágeis e excluídos, com palavras e ações decalcadas do exemplo de Jesus, num tempo novo, em que (quase) tudo é dominado pelo consumo e pela voraz satisfação momentânea, que nos deixa indiferentes aos ficam na “berma”.
Com pragmatismo e coragem, e com as mensagens que ele queria que entendêssemos (bem),...
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