Há uma figura recorrente em famílias com posses: o herdeiro que recebe um património que não construiu e que, por isso mesmo, não sabe preservar. Gasta onde devia poupar, poupa onde devia investir, e confunde ostentação com grandeza. Quando a herança se esgota, culpa o mundo.
É difícil encontrar uma metáfora mais precisa para a atual administração americana. Herdou a mais vasta rede de alianças,...
Desbaratar o que não lhes custou
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