Há pessoas que só percebemos quando a vida as desloca. O “João”, que um dia me ensinou que sentar alguém à mesa podia valer mais do que pagar uma jorna, está agora doente, noutra ilha. Desejo-lhe as melhoras. Mas desejo-nos também uma sociedade capaz de perceber o que a sua situação revela.
Um arquipélago que obriga doentes a atravessar ilhas tem uma obrigação maior do que garantir transporte,...
A ilha contra o arquipélago
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